
Edvaldo Madureiro Tavares, de 32 anos, conhecido por Divaldin, morreu no fim de tarde deste sábado (24), no setor Jardim Atlântico ll, em Niquelândia, norte de Goiás, após confronto com o GPT.
Foi realizado o cerco policial nas proximidades, porém por se tratar de local de mata e com o anoitecer foram finalizadas as tentativas de localizar os demais envolvidos.
Divaldin possui uma extensa ficha criminal com passagens por latrocínio, furto/roubo, estelionato e tráfico de entorpecente. Ele estava no regime semi-aberto e sendo monitorado por tornozeleira eletrônica e era conhecido da polícia por ser uma pessoa violenta e de alta periculosidade, e pertencia uma facção criminosa que vem atuando na cidade.
A morte por intervenção militar ocorreu depois que a equipe recebeu uma denúncia anônima de que dois homens em uma moto vermelha levariam drogas para ele. De imediato, o Grupo e Patrulhamento Tático (GPT) foi checar a informação quando se deparou com a moto com as características repassadas saindo da casa de Divaldin.

Ao avistar a viatura, o condutor do moto saiu em alta velocidade e foi possível reconhecer o garupa, Junior bundinha, que estava com uma arma curta nas mãos. Ao se aproximar da casa de Divaldin, ele atirou contra os militares com uma arma de fogo tipo escopeta. A equipe revidou e o atingiu.
A equipe tentou manter contato com o Corpo de Bombeiros e o Samu, mas as equipes estavam prestando outros atendimentos de emergência. Então, o próprio GPT levou Divaldin ao Hospital Municipal Santa Efigênia, onde foi constatado o óbito.
No Hospital Municipal, o médico-plantonista encontrou um projétil no bolso dele e na sua casa localizaram um tablete de um quilo e meio de maconha que havia sido entregue pela dupla.













