GPT de Niquelândia liberta refém e mata dois bandidos durante confronto em roubo a fazenda

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Vídeo mostra o momento em que o fazendeiro foi libertado pelo GPT.

Imagens de vídeo mostram o momento em que a equipe do GPT de Niquelândia liberta um refém com pés, mãos e tronco amarrados em uma fazenda às margens da GO-532, na região da Vereda, que acabara de ser assaltada por criminosos na noite desta segunda-feira (08).

O homem de 48 anos que foi feito refém, estava sozinho na propriedade rural e ao perceber a chegada de um veículo sedan de cor prata com dois desconhecidos e por ter sido vítima de furto de galões de defensivos agrícolas no valor R$ 30 mil dias atrás, conseguiu ligar para a polícia antes de ser rendido pelos criminosos.

Em resposta rápida ao pedido de socorro, o GPT deslocou ao local e ao chegar perceberam a movimentação dos bandidos no galpão da fazenda. Ao se aproximar teriam sido recebidos a tiros e revidaram atingindo dois deles. Outros dois teriam fugido a pé. Após ter cessado os tiros, a equipe adentrou na casa e encontrou o fazendeiro amarrado, com sinais de agressões.

A caçamba da picape do fazendeiro já havia sido carregada com cerca de R$ 50 mil em defensivos agrícolas. Com o criminoso de 23 anos, identificado como Alessandro Pereira da Silva, foi encontrado um revólver calibre 38 com cinco munições deflagradas e uma intacta e mais nove munições de reserva. Já o de 27 anos, identificado como Wellington Gonçalves, portava 10 munições reserva e uma carabina de fabricação caseira, calibre 22, sem numeração com duas munições deflagradas.

Segundo a PM, eles eram integrantes de uma quadrilha que praticavam diversos roubos em propriedades rurais de Niquelândia sempre agindo com muita violência e com ameaças de morte às vítimas. Ainda de acordo com a PM, o nome do fazendeiro que foi feito refém foi encontrado em uma lista de 27 pessoas de profissionais bem-sucedidos dos mais variados ramos de atividade que também seriam vítimas do grupo criminoso.

Em um caderno, ao lado dos nomes dessas vítimas constavam as cores e modelos das caminhonetes, sendo 14 do modelo da Toyota, além dos nomes de algumas fazendas em Niquelândia.

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