Policia Civil conclui investigação da morte de policial e de sua esposa

Belina Cavalcante Pereira, após uma discussão do casal, apropriou-se de uma arma de fogo de uso particular do servidor, José de Oliveira Filho, e desferiu um disparo contra a sua cabeça, levando-o a óbito, tendo em seguida utilizando-se do mesmo armamento e disparado contra a sua própria cabeça, suicidando-se.

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A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo de Investigação de Homicídios – GIH de Porangatu, concluiu a investigação sobre a morte de policial militar e da sua esposa ocorrido na própria residência do casal no setor Vila Barros, no condomínio Edgar, no dia 02 de outubro de 2022.


Conforme a apuração criminal, lastreado sobretudo por provas técnicas produzidas pela Polícia Técnico-Científica, concluiu-se que a esposa do policial militar, Belina Cavalcante Pereira, após uma discussão do casal, apropriou-se de uma arma de fogo de uso particular do servidor, José de Oliveira Filho, que estava sobre o frigobar da suíte e desferiu um disparo contra a sua cabeça, levando-o a óbito, tendo em seguida utilizando-se do mesmo armamento e disparado contra a sua própria cabeça, suicidando-se.

Ao que tudo indica, trata-se de um crime de ímpeto, no qual a autora pratica o crime motivado por paixão violenta ou excessiva perturbação de ânimo, não havendo intervalo entre a cogitação do crime e a execução da conduta penalmente ilícita, fato este que ocorreu logo após uma briga do casal.

cada um foi atingido por um tiro na cabeça. Os corpos foram achados por colegas da Polícia Militar depois de acharem estranho ele não aparecer para trabalhar nas eleições, já que ele estava escalado para o patrulhamento.

Os policiais foram até a casa do colega e pularam o muro ao avistar o casal morto próximo ao banheiro. Vizinhos relataram à PM terem ouvido tiros de madrugada. O soldado José Filho estava na polícia militar a quatro anos e pertencia ao 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), localizado em Porangatu. Ele deixou três filhos de outro casamento.

O inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências de mister, após manifestação do Ministério Público.

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