Prefeitura emite nota sobre II fase de Operação Laboratórios Premiados

Policias Federais estão cumprindo 4 mandados de busca de apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em desfavor de 3 pessoas físicas, nas cidades de Goiânia/GO e Porangatu/GO

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A Prefeitura de Porangatu emitiu uma nota informando que “Até o momento não recebeu nenhum documento e não houve qualquer tipo de operação da PF nos órgãos municipais e nem mesmo em nenhum agente público municipal nesta data”.

A atual administração enfatizou que “não compactua com qualquer irregularidade, que vem colaborando com a investigação e está à disposição para prestar esclarecimento aos órgãos de fiscalização e autoridades.”

A Prefeitura finalizou a nota declarando que segue “apoiando a apuração e desempenhando ações com total transparência e legalidade na aplicação dos recursos públicos.”

ENTENDA O CASO:
A Polícia deflagrou nesta quarta-feira (27/3), a 2ª fase da Operação Laboratórios Premiados, com o objetivo de combater desvio de recursos públicos na área da saúde no município de Porangatu/GO.

Policias Federais estão cumprindo quatro mandados de busca de apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, contra *três pessoas físicas, nas cidades de Goiânia/GO e Porangatu/GO*.

Em 16/3/2023, a PF e a CGU (Controladoria Geral da União) deflagraram a 1ª fase da Operação. O inquérito policial investigava as contratações realizadas pela Prefeitura de Porangatu com supostos direcionamentos a clínicas de exames laboratoriais e de imagem do município.

Com a análise dos documentos e objetos apreendidos à época, algumas das hipóteses criminais aventadas na representação criminal foram corroboradas. Além disso, os itens arrecadados evidenciaram a participação de integrantes da família da chefe do Executivo local na gestão da administração municipal, mesmo sem os familiares ocuparem um cargo formal na Administração Pública, tendo sido encontrados fortes indícios de prática de corrupção por parte de um deles.

Os mandados de hoje, têm por objetivo coletar mais elementos de informação e provas irrepetíveis, a fim de esclarecer os vínculos entre a chefe do Executivo e seus familiares com os empresários proprietários de clínicas e laboratórios que prestavam serviço no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

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