Principal suspeito de matar e queimar rosto de contador é preso

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A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos e Investigação de Homicídios (GENARC/GIH) e da Delegacia de Polícia de Niquelândia deu cumprimento a um Mandado de Prisão Temporária expedido em face do investigado Willik Muriel Teixeira Dutra, 19 anos, pelo crime que levou a morte da vítima Nilton de Paula Ferreira, conhecido como Niltinho, fato ocorrido nesta cidade de Niquelândia na madrugada de 21 de maio de 2022.

As investigações, que se iniciaram logo após o conhecimento do crime, foram bastante complexas e demandaram intensos trabalhos de campo e cartorários, com oitiva de testemunhas, análise e quebra de dados, mediante Autorização Judicial e a utilização de variadas ferramentas de inteligência policial.

Com a identificação do suspeito e presentes os indícios de autoria em face dele, foi representado ao Poder Judiciário pela decretação de sua prisão temporária, tendo o pedido sido deferido após manifestação favorável do Ministério Público local.

Identificado o suspeito, passou-se a inúmeras diligências visando a sua captura, tendo os investigadores descoberto que após o crime ele se evadiu da cidade, ficou homiziado na residência de um amigo na cidade de Anápolis (GO) e posteriormente ido para a cidade de Anchieta-ES.

A partir dos levantamentos e da possível localização do investigado, a equipe de Policiais Civis se dirigiu ao estado capixaba e ficou por dois dias monitorando os passos dele, até que, na noite de 10 de junho de 2022 conseguiram identificar que ele estava em trânsito, na BR-101, passando por Viana, sentido à capital Vitória, ambas no Espírito Santo.

Diante disso, os investigadores seguiram rumo a Vitória (ES) e, considerando a possibilidade de que pudesse tentar pegar algum voo, foram até o aeroporto, local onde foi confirmada a suspeita dos Policiais Civis e preso o investigado Willik Muriel Teixeira Dutra, que na ocasião, trazia consigo uma mochila e portava um documento verdadeiro em nome de terceira pessoa que, segundo ele, teria pego emprestado de um amigo para viajar se passando por ele.

Após preso, Willik foi recambiado até esta cidade de Niquelândia e recolhido à Unidade Prisional local e deve ser interrogado no início da próxima semana. Em seu poder, foram apreendidos documentos, eletrônicos e várias joias de propriedade de Niltinho, inclusive um par de alianças de ouro com seu nome gravado por dentro.

As investigações agora prosseguem para se identificar as circunstâncias e motivações do crime e uma vez concluídas o Inquérito Policial será remetido ao poder judiciário com o indiciamento de Willik pela prática dos crimes, em tese, de latrocínio e destruição de cadáver.

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