Ana Amélia garante que produtores não terão prejuízo com obras na GO-244

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A presidente do Sindicato Rural de Porangatu, Ana Amélia Paulino, se reuniu esta semana, em Goiânia, com o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Pedro Sales, para esclarecer dúvidas dos produtores rurais sobre as obras de pavimentação da GO-244, entre Porangatu e Montividiu do Norte, no norte de Goiás.

A mobilização ocorreu após relatos de que a empresa responsável pela obra teria informado a alguns produtores que as cercas de suas propriedades seriam removidas e que os custos de reconstrução seriam arcados pelos donos das terras. A ação contou com a presença dos prefeitos, Clemerson Lopes de Montividiu do Norte e Prego de trombas.

Diante da preocupação dos vizinhos e também como proprietária de uma área rural na região, Ana Amélia buscou respostas diretamente na Goinfra.

Durante o encontro, Pedro Sales garantiu que nenhum produtor terá despesas com a substituição das cercas. Segundo ele, o Estado é responsável pela construção das novas estruturas e a retirada das cercas antigas ocorrerá somente após a finalização das novas, para evitar prejuízos, garantir a contenção do gado e permitir o uso normal dos pastos.

“A empreiteira estava falando pros produtores que eles iam abrir a cerca, deixar o pasto aberto e que, se quebrasse alguma lasca ou algum arame, o produtor teria que arcar com esses custos pra poder fazer a cerca. Conversei com o Pedro Sales, e ele disse que não vai abrir a cerca por enquanto, vão fazer a limpeza e construir uma cerca nova. Depois que eles finalizarem a cerca nova, aí sim desmancham a velha”, explicou Ana Amélia.

Além disso, o presidente da Goinfra também informou que os produtores poderão ficar com a madeira e o arame das cercas antigas, caso desejem reaproveitar os materiais.

Ainda durante a reunião, Ana Amélia foi informada de que o decreto de desapropriação das áreas afetadas já está em trâmite na Casa Civil. Todos os produtores impactados pelas obras da GO-244 serão devidamente indenizados, sem custos adicionais.

“A minha missão como presidente do sindicato foi lá para esclarecer e orientar os produtores nesse sentido, para eles ficarem tranquilos, que a obra vai transcorrer preservando o direito dos produtores rurais, evitando o menor transtorno possível”, disse Ana Amélia.

Deiviane Jhasper/Assessoria de Comunicação

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