
Oito pessoas nesta terça-feira (28), durante a Operação Obra Simulada, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). Entre eles quatro ex-agentes e o ex-presidente da Goinfra, Lucas Vissotto, exonerado em abril de 2024 pelo governador Ronaldo Caiado, além de três empresários.
A iniciativa é uma praxe na gestão do governador Ronaldo Caiado, que não tolera qualquer desvio. A denúncia foi feita pelo próprio Governo de Goiás,por meio de seus sistemas internos de controle, e devidamente comunicadas às autoridades policiais para as providências necessárias.
A operação investigou irregularidades em um contrato de R$ 27, 8 milhões da Agência Goiana de Infraestrutura e Transporte (Goinfra) para reformas de prédios públicos em Goiás com uma empresa sediada no Distrito Federal. De acordo com a Polícia Civil, estima-se que os pagamentos antecipados, superfaturamento e demolições indevidas para justificar notas fiscais fraudulentas, tenham causado um prejuízo de R$ 10,4 milhões aos cofres públicos.
O Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reforçou que tem como premissa tolerância zero com qualquer desvio de conduta no trato do dinheiro público e que a gestão não 'passa pano' para ninguém e não há possibilidade de segunda chance.

“O Governo de Goiás colaborou e seguirá colaborando ativamente com as investigações, de forma que os fatos sejam devidamente apurados e, uma vez comprovadas as irregularidades, todos os envolvidos sejam punidos com rigor.”
Durante a operação foram cumpridos 32 mandados de afastamento de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático; 26 mandados de bloqueio de bens e valores; 7 mandados de proibição de frequência a locais específicos, incluindo a sede da Goinfra; 10 mandados de proibição de contratar com o poder público, direcionados às empresas envolvidas; 24 mandados de busca e apreensão; 15 mandados de prisão temporária.
Os suspeitos podem responder por crimes como associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes.
















