Operação Destroyer desarticula braço de facção criminosa do RJ em Porangatu e outras cidades

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Mais de 140 Policiais Civis cumpriram medidas de buscas e prisões relacionadas a crimes de organização criminosa armada, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro nas cidades de Goiânia, Aparecida, Bonfinópolis, Jataí e Porangatu.

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), deflagrou, nesta quarta-feira (6), a fase 5 da Operação Destroyer – Overwatch, em combate às facções criminosas na Região Metropolitana de Goiânia e cidades do interior.

Mais de 140 Policiais Civis cumpriram dezenas de medidas de buscas e prisões relacionadas a crimes de organização criminosa armada, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro nas cidades de Goiânia, Aparecida, Bonfinópolis, Jataí e Porangatu.

Após vigilância contínua para impedir atuação de grupos criminosos, as investigações identificaram um braço de uma facção com origem no Rio de Janeiro, que tentava se consolidar numa região de Aparecida de Goiânia para a prática de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes.

No extremo norte de Goiás, a Operação teve início pela manhã e contou com apoio da equipe liderada pelo delegado Jarder Vieira, cumpriu mandados de busca e apreensão em desfavor do alvo investigado, porém ele não residia mais no local. Ele foi preso, mas em Bonfinópolis (GO).

O esquema era comandado por um líder regional, que distribuía drogas para traficantes locais, utilizava familiares para lavagem do dinheiro, recebia ordens de uma liderança carioca e as transmitia para outros membros, incluindo relacionadas a sequestro e punições no contexto de “tribunal do crime”. Foi encontrada uma música em homenagem a esse chefe local, citando sua influência.

Além dele, 11 foram presas por indícios de integrarem a organização, envolvidas na execução das ordens, tráfico de drogas, comércio de armas de fogo e lavagem de dinheiro. A maioria já possuía antecedentes e vinham respondendo por outros crimes. A investigação atual trouxe novas informações que possibilitaram mapear a cadeia de comando e rede de tráfico.

Além de ser mais uma ação contínua da PCGO para impedir tentativa de atuação desses grupos, a operação ocorre no contexto da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), que articula unidades em todo país, promovendo resposta unificada.

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