
O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos do Estado de Goiás (Assego), subtenente Sérgio, voltou a ganhar destaque nas redes sociais ao fazer um pronunciamento contundente sobre o avanço do crime organizado no Brasil.
Em um vídeo que rapidamente viralizou, o militar demonstrou forte preocupação com o crescimento da violência e a ousadia das facções criminosas, especialmente após os recentes episódios de confronto no Rio de Janeiro.
“Quando uma organização domina territórios, impõe medo à população, ataca o Estado e desafia as forças de segurança, ela não é apenas uma facção. Isso é terrorismo”, declarou o subtenente, em tom firme.
Segundo Sérgio, o país vive um momento crítico em que o crime organizado se estrutura de forma semelhante a grupos terroristas internacionais — utilizando armas de guerra, comunicações criptografadas e impondo controle social sobre comunidades inteiras.
O militar também fez uma afirmação polêmica ao sugerir que parte do sistema político se beneficia, direta ou indiretamente, do dinheiro oriundo do crime.
“Infelizmente, há quem ganhe com isso. Existem pessoas em posições de poder que se alimentam do dinheiro sujo do crime organizado. Por isso o combate é tão difícil”, afirmou.
As declarações repercutiram entre profissionais de segurança pública e especialistas, que destacam a necessidade de uma resposta mais integrada entre os governos federal e estaduais para enfrentar a expansão das facções.
Sérgio reforçou que o enfrentamento ao crime organizado requer união nacional, investimento em inteligência e mudanças legislativas urgentes.
“A sociedade precisa compreender que o crime organizado é uma ameaça à nação. Não se trata apenas de segurança pública — é uma questão de soberania e sobrevivência do Estado”, concluiu.














