Acusados de assassinar homem na casa da mãe dele com golpes de facão são julgados

Afonso Dourado Almeida e Fábio Gonçalves Dourado foram condenados a 12 anos de prisão, cada um, pela morte de Márcio Antônio Francisco dos Santos. O crime de homicídio qualificado foi registrado em Paranã, quando a vítima estava na casa da mãe. Os dois homens devem cumprir a pena em regime fechado.
A sentença foi assinada pelo juiz Frederico Paiva Bandeira de Souza, da 1ª Escrivania Criminal de Paranã. Na decisão, ele afirma que os réus não terão direito a recorrer da decisão em liberdade.
O crime aconteceu na noite do dia 1º de junho de 2024 quando os réus foram até a casa da mãe de Marcos e o agrediram com golpes de facão, que atingiram o pescoço dele. Os dois homens teriam atacado Marcos em forma de retaliação após ele ter ido até a casa de um dos réus e danificado objetos.
Filho de ex-prefeito gravou áudio sobre a presença de invasores na fazenda antes de ser assassinado
Leonel Almeida gravou um áudio comentando sobre a presença invasores na fazenda um dia antes de ser assassinado. Ele era filho do ex-prefeito de Lagoa da Confusão e foi morto a tiros por homens encapuzados que invadiram o local.

Leonel Almeida tinha 35 anos e trabalhava no setor agrícola com o pai, o ex-prefeito da Lagoa da Confusão, Mauro Ivan, conhecido como Mauro Gaúcho. Ele também é filho da ex-vereadora e professora Nora Carmen.
O crime aconteceu na noite de quinta-feira (20). Leonel foi morto a tiros na fazenda dos pais dele. A família acredita que ele caiu numa emboscada depois de ser atraído para o local do assassinato.
Leonel teria sido morto por pistoleiros a mando de um grupo de agiotas. A Secretaria da Segurança Pública disse que a delegacia da Lagoa da Confusão está investigando o caso e busca identificar os autores e apontar as circunstâncias do crime.
Servidora suspeita de superfaturar remédios para detentos
A servidora pública de 58 anos investigada por cobrar dinheiro de familiares de presos em troca de ofertar falsos eventos e deixar entrar medicamentos em unidade prisional escolhia definia valores repassados às vítimas de acordo com o poder aquisitivo. A informação foi descoberta pela Polícia Civil durante investigação que começou há cerca de um mês.

A ordem de afastamento do cargo da servidora foi cumprida durante realização da Operação Profanum. A mulher atuava na Unidade Penal Regional de Paraíso do Tocantins como servidora comissionada de setembro de 2024 a janeiro de 2025, e foi exonerada.
A mulher deu início ao esquema assim que começou a atuar na unidade, no segundo semestre de 2024 e que pegava os contatos dos parentes no próprio presídio. Há relatos de que pelas fotos de perfis ela escolhia o valor. Quem aparentava ter mais, pedia mais, não tinha valor tabelado. Aproveitava principalmente de presos com família fora do estado.
Pelo menos dez famílias teriam caído no golpe aplicado pela servidora, que prometia ofertar eventos para os presos, como jantares ou festas de confraternizações, prometendo até sortear kits com materiais de higiene pessoal.
A mulher teria determinado que os detentos só poderiam receber medicamentos que tivessem sido comprados na farmácia dele, com preços acima do mercado. Além de pedir dinheiro aos familiares para comprar medicamentos que alguns presos não precisavam e outros que eram obtidos na rede pública.















