Foi concluído no final da tarde desta quinta-feira, 29, o julgamento de Wellington Hipólito, acusado de matar o próprio pai, Lázaro Hipólito. O júri popular realizado na comarca de Porangatu encerrou com a condenação do réu, marcando o desfecho de um caso que chocou a comunidade local.
A promotoria sustentou durante o julgamento que o crime foi premeditado e motivado por conflitos familiares, apresentando provas e depoimentos que convenceram os jurados.
A defesa, por sua vez, tentou argumentar que Wellington agiu em momento de descontrole emocional, buscando a redução da pena. O juiz responsável pelo caso proferiu a sentença com base na decisão do júri, condenando Wellington Hipólito a mais de 27 anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado.
A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.
O julgamento mobilizou atenção da população de Porangatu, familiares e amigos da vítima, bem como do acusado, que acompanharam a sessão ao longo do dia. O caso teve repercussão não apenas pela gravidade do crime, mas também pela relação de parentesco entre o autor e a vítima.
A defesa informou que irá avaliar a sentença e estuda a possibilidade de recorrer da decisão.
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